Modelar quem já tem o resultado
Definição, modelagem e absorção: as três fases para enxergar a estrutura de uma habilidade e fazer do seu jeito, com a mesma qualidade.

Modele a excelência.
Quatro dias presenciais em Valinhos para aprender Modelagem: enxergar a estrutura de quem já tem o resultado e trazê-la para você, com estratégia, linguagem e hipnose ericksoniana.
É assim que o Victor define modelagem na apostila do Nível 2. Não é copiar alguém: é observar, decodificar e incorporar.

pessoas formadas pessoalmente em PNL pelo Victor
palavras de uma palestra decoradas pelo Victor ao modelar o próprio mentor
padrões de prestidigitação linguística ensinados no Nível 2
Definição, modelagem e absorção: as três fases para enxergar a estrutura de uma habilidade e fazer do seu jeito, com a mesma qualidade.
As perguntas-base da modelagem: critério principal, significado equivalente, estratégia de execução e emoção energizante.
Alastramento por motivador e por ativador consciente, e dois caminhos para desfazer um padrão negativo: o exemplo positivo da sua história e a implosão.
O 4-Tuple (visual, auditivo, cinestésico e olfativo/gustativo) e o T.O.T.E. expandido: entrada, critério, operações, retorno, ponto de decisão e saída de um comportamento.
Prestidigitação linguística: os 14 padrões para ressignificar uma crença de causa e efeito ou de equivalência complexa.
Linguagem indireta, ritmo e cooperação: as etapas do transe e o processo passo a passo, do rapport à subida.
Você conhece alguém que faz com naturalidade o que para você custa esforço. Já tentou descobrir como essa pessoa faz?
Perguntar direto quase nunca adianta. Quem é muito bom numa coisa costuma responder de um jeito genérico, com omissões e distorções.
Foi assim que a própria PNL nasceu: Bandler e Grinder modelaram terapeutas excelentes. Um deles, Milton Erickson, dava aula e nenhum aluno conseguia reproduzir o que ele fazia. Os dois modelaram a linguagem dele observando-o trabalhar.
O Victor virou palestrante do mesmo jeito. Modelou o próprio mentor: assistia às palestras dele três vezes por semana. Depois se isolou numa casa vazia com a gravação de uma delas e decorou as 19.532 palavras, uma atrás da outra. Decorar foi o primeiro degrau. Antes da primeira palestra, ensaiou mais de cem vezes.
É isso que o Nível 2 ensina, com as perguntas certas, para qualquer habilidade: a de um vendedor, a de um palestrante, a de quem você admira.
Modelar é absorver uma estrutura.
Uma imersão presencial em Valinhos. As etapas seguem a ordem da apostila do Nível 2.
Autoanálise das áreas da vida pelos níveis neurológicos e revisão do que sustenta o resto: modalidades e submodalidades, pistas de acesso ocular, pilares da mudança e metamodelo.

Definição, modelagem e absorção; a parte visível e a invisível de uma habilidade; as perguntas-base; o alastramento do padrão modelado para novas cenas; e a eliminação e a implosão de padrões negativos.

O 4-Tuple, com os subtipos e as submodalidades de cada sentido, e o T.O.T.E. expandido, com a ancoragem e as perguntas para descobrir a estratégia de alguém.
Prestidigitação linguística com os 14 padrões, hipnose ericksoniana e uma bateria de exercícios de PNL: chunking, hierarquia de critérios e matriz de identidade.
O que o Nível 2 entrega:
O investimento e as condições são apresentados na conversa.
Prefere entender tudo numa conversa primeiro?

Victor Reis ensina PNL há mais de uma década. Formou pessoalmente mais de 300 pessoas em PNL, treinou mais de 500 palestrantes e deu mais de 1.500 palestras para mais de 80 mil pessoas.
Começou do outro lado: professor de Educação Física, com pavor de falar em público. O que ensina hoje é o que testou, validou e refinou na própria vida e na vida de quem formou.
Modelou o próprio mentor pra virar palestrante, palavra por palavra. Modelagem, pra ele, não é teoria.
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Uma amostra do que o Nível 2 aprofunda: pegar a estrutura de quem faz bem e conduzir pela linguagem indireta que a PNL herdou de Erickson.

Sua equipe não é lenta: ela recebeu só a parte visível de um processo que mora na sua cabeça. O que o especialista deixa de fora, e como fazer isso aparecer.

Existe uma diferença enorme entre mandar alguém fazer algo e fazer com que a ideia pareça ter nascido na cabeça da própria pessoa. É disso que trata a elicitação indireta.

Prefere fazer isso hoje ou amanhã? As duas opções levam ao mesmo lugar, e é aí que mora o poder dessa pergunta. Entenda o padrão do ou e o limite ético dele.

Quando alguém cruza os braços ou muda de assunto, a maioria tenta empurrar contra. Existe um caminho melhor: usar exatamente o que a pessoa está fazendo para conduzir a conversa.

Entre em contato e conte em que ponto da formação você está.